Mindhunter (Review)

wal.lima/ outubro 30, 2017/ Reviews, Séries e TV/ 0 comentários

E vamos a mais uma série fora dos padrões normais e com alto índice de características peculiares: Seu nome é Mindhunter.

Essa é uma série de televisão norte-americana de drama policial que ao contrario da maioria das séries policiais tem um foco mais centrado na mente do assassino invés de abordar a cena do crime em si; na verdade esta série não mostra como foi feito o assassinato, mas sim entrevistas que abordam a forma de pensar dos assassinos em série (termo este até então ainda não utilizado pela polícia da época).

A série se passa nos anos 70 e acompanha a trajetória de dois agentes do FBI, interpretados por Jonathan Groff e Holt McCallany que visitam alguns assassinos em série presos para tentar determinar padrões de crimes e resolver casos em andamento. Além dos dois agentes do FBI Holden Ford e Bill Tench entra em cena ainda uma psicóloga a Dra. Wendy Carr, cujo personagem foi baseada em uma psicologa que trabalha tratando de sobreviventes de trauma de abuso sexual e estudo do processo de pensamento de mentes de criminosos violentos.

A série em si foi produzida por David Finchere e Charlize Theron e estreou na Netflix em 13 de outubro de 2017, e para felicidade de alguns antes de sua estréia já foi renovada para uma segunda temporada.

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Curiosidades a parte os personagens assassinos apresentados pela série foram baseados em criminosos condenados a partir de entrevistas reais, assim como os cenários de prisões que realmente existiram. Ou seja, certamente vale a pena conferir.

A série em sim tem um perfil crescente dos personagens, aborda o assunto de forma intensa onde se analisa a transição entre os crimes de épocas antigas para uma nova fase do perfil criminal, inserem-se a partir daí novos conceitos na polícia e na psicologia e tenta-se inserir novos termos para classificação desses tipos de assassinos, que aparentemente não tem empatia, não precisam ter envolvimento com suas vitimas e geralmente tem um perfil criminal e uma assinatura própria.