Live Action: Ghost in the Shell

Jorge Animesphere/ Abril 4, 2017/ Anime / Mangá/ 0 comentários

Salve leitores d’O Filmante! Tudo ótimo?

Desculpem a demora, esse artigo era pra sair há alguns dias… Mas vamos ao que interessa: Ghost in the Shell!

Como sempre, ficha técnica:
Lançamento: 30/03/17 (sim, é frexxquinho)
Produzido por: Arad Productions, DreamWorks, Grosvenor Park Productions, Huahua Media (in association with), Paramount Pictures, Reliance Entertainment, Seaside Entertainment, Shanghai Film Group (in association with) e Steven Paul Production (veja quanta gente pôs a mão!).
Distribuído por: Columbia Pictures, Constantin-Film, Jive Entertainment, NOS Audiovisuais, Paramount Pictures, Sabay MVP, Toowa Pictures, United International Pictures, Finnkino (todas ao redor do mundo)
Duração: 107 minutos (pois é, 1h47 de filme)
Classificação: PG-13 – para adolescentes de 13 anos ou mais velhos.
Atores principais: Scarlett Johansson (Major), Pilou Asbæk (Batou), Takeshi Kitano (Aramaki), Juliette Binoche (Dra. Ouelet), Michael Pitt (Kuze), Chin Han (Han).
Notas por aí: 6,9/10 (IMDB), 53 (Metacritic), 45% (Rotten Tomatoes).

Bom, eu digo, como podcaster de anime, que o filme foi bom. Sério. O visual é de encher os olhos, a Scarlett Johansson tem uma ótima atuação (e olha que eu não achei que ela fosse tão boa atriz assim, e ela também é de encher os olhos, hehe), os demais atores do casting também mandaram super bem, a caracterização é muito boa (o Batou ficou incrivelmente igual)… Mas os elogios acabam por aí.

Ele muito pouco usa do lore original (e caramba, material pra isso eles tinham aos montes), trocam o nome da Major no começo do filme (Mira Killian) – o que não havia necessidade, colocar o plot baseado no surgimento dos seres humanos aperfeiçoados até foi uma boa, mas eu achei que foi meio “forçação” de barra, onde eles quiseram colocar que isso pode – e sim, eu até acho que possa mesmo – ser o futuro da raça humana. Se foi baseado nos mangás eu não saberia responder por não ter lido sobre, mas digo a vocês, leitores: se eles houvessem baseado o filme no anime (Ghost in the Shell: Stand Alone Complex), o filme teria ganho mais riqueza e estaria dentro do lore que todo mundo aprendeu a amar desde meados da década de 90.

Depois do momento hater, entenda, leitor: não é que eu não gostei do filme; Muito pelo contrário, gostei bastante. Mas não foi aquele filme que me arrebatou, como os de Studio Ghibli. Mas eu recomendo fortemente: se você não viu nada da franquia, vá assistir sem susto, e depois vá assistir os OVAs e os animes (que é uma lista de PELO MENOS uns 20 títulos).

Se você quiser ouvir um pouquinho do que falo com uma convidada pra lá de especial, basta ouvir lá:
AnimeSphere 63: Ghost in the Shell

Um grande abraço e até a próxima!!